Professor Jorge
- professorjorgeborges
- Professor de geografia e sociologia da rede particular e estadual de ensino e apaixonado por festa de peão.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
CLIMAS DO BRASIL
O clima do Brasil é muito grande e diversificado em conseqüência de fatores variados. Dentre eles, destaca-se a fisionomia geográfica, a extensão territorial, o relevo e a dinâmica das massas de ar. Este último fator é de suma importância porque atua diretamente tanto na temperatura quanto na pluviosidade, provocando as diferenciações climáticas regionais. As massas de ar que interferem mais diretamente são a equatorial (continental e atlântica), a tropical (continental e atlântica) e a polar atlântica.
O Brasil apresenta o clima super-úmido com características diversas, tais como o super-úmido quente (equatorial), em trechos da região Norte; super-úmido mesotérmico (subtropical), na Região Sul do Brasil e sul de São Paulo, e super-úmido quente (tropical), numa estreita faixa litorânea de São Paulo ao Rio de Janeiro, Vitória, sul da Bahia até Salvador, sul de Sergipe e norte de Alagoas.
O clima úmido, também com várias características: clima úmido quente (equatorial), no Acre, Rondônia, Roraima, norte de Mato Grosso, leste do Amazonas, Pará, Amapá e pequeno trecho a oeste do Maranhão; clima úmido subquente (tropical), em São Paulo e sul do Mato Grosso do Sul, e o clima úmido quente (tropical), no Mato Grosso do Sul, sul de Goiás, sudoeste e uma estreita faixa do oeste de Minas Gerais, e uma faixa de Sergipe e do litoral de Alagoas à Paraíba.
O clima semi-úmido quente (tropical), corresponde à área sul do Mato Grosso do Sul, Goiás, sul do Maranhão, sudoeste do Piauí, Minas Gerais, uma faixa bem estreita a leste da Bahia, a oeste do Rio Grande do Norte e um trecho da Bahia meridional.
O clima semi-árido, com diversificação quanto à umidade, correspondendo a uma ampla área do clima tropical quente. Assim, tem-se o clima semi-árido brando, no nordeste do Maranhão, Piauí e parte sul da Bahia; o semi-árido mediano, no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e interior da Bahia; o semi-árido forte, ao norte da Bahia e interior da Paraíba, e o semi-árido muito forte, em pequenas porções do interior da Paraíba, de Pernambuco e norte da Bahia.
A maior temperatura registrada no Brasil foi 44,7°C em Bom Jesus, Piauí, em 21 de novembro de 2005[1], superando o recorde de Orleans, Santa Catarina, de 44,6°C, de 6 de janeiro de 1963. Já a menor temperatura registrada foi de -17,8°C no Morro da Igreja, em Urubici, Santa Catarina, em 29 de junho de 1996[2], superando o recorde do município catarinense de Caçador, no mesmo estado, de -14°C, no inverno de 1975.
O Brasil apresenta o clima super-úmido com características diversas, tais como o super-úmido quente (equatorial), em trechos da região Norte; super-úmido mesotérmico (subtropical), na Região Sul do Brasil e sul de São Paulo, e super-úmido quente (tropical), numa estreita faixa litorânea de São Paulo ao Rio de Janeiro, Vitória, sul da Bahia até Salvador, sul de Sergipe e norte de Alagoas.
O clima úmido, também com várias características: clima úmido quente (equatorial), no Acre, Rondônia, Roraima, norte de Mato Grosso, leste do Amazonas, Pará, Amapá e pequeno trecho a oeste do Maranhão; clima úmido subquente (tropical), em São Paulo e sul do Mato Grosso do Sul, e o clima úmido quente (tropical), no Mato Grosso do Sul, sul de Goiás, sudoeste e uma estreita faixa do oeste de Minas Gerais, e uma faixa de Sergipe e do litoral de Alagoas à Paraíba.
O clima semi-úmido quente (tropical), corresponde à área sul do Mato Grosso do Sul, Goiás, sul do Maranhão, sudoeste do Piauí, Minas Gerais, uma faixa bem estreita a leste da Bahia, a oeste do Rio Grande do Norte e um trecho da Bahia meridional.
O clima semi-árido, com diversificação quanto à umidade, correspondendo a uma ampla área do clima tropical quente. Assim, tem-se o clima semi-árido brando, no nordeste do Maranhão, Piauí e parte sul da Bahia; o semi-árido mediano, no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e interior da Bahia; o semi-árido forte, ao norte da Bahia e interior da Paraíba, e o semi-árido muito forte, em pequenas porções do interior da Paraíba, de Pernambuco e norte da Bahia.
A maior temperatura registrada no Brasil foi 44,7°C em Bom Jesus, Piauí, em 21 de novembro de 2005[1], superando o recorde de Orleans, Santa Catarina, de 44,6°C, de 6 de janeiro de 1963. Já a menor temperatura registrada foi de -17,8°C no Morro da Igreja, em Urubici, Santa Catarina, em 29 de junho de 1996[2], superando o recorde do município catarinense de Caçador, no mesmo estado, de -14°C, no inverno de 1975.
VEGETAÇÃO DO BRASIL
Vegetação do Brasil
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
A Vegetação do Brasil envolve o conjunto de formações vegetais distribuídas por todo o território brasileiro.
O Brasil possui diferentes tipos de vegetação. Os principais são: a Floresta Amazônica no norte, a Mata dos Cocais no meio-norte, a Mata Atlântica desde o nordeste até o sul, a Mata das Araucárias no sul, a Caatinga no nordeste, o Cerrado no centro, o Complexo do Pantanal no sudoeste, os campos no extremo sul com manchas esparsas em alguns estados do país e a vegetação litorânea desde o Amapá até Rio Grande do Sul.
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A Vegetação do Brasil envolve o conjunto de formações vegetais distribuídas por todo o território brasileiro.
O Brasil possui diferentes tipos de vegetação. Os principais são: a Floresta Amazônica no norte, a Mata dos Cocais no meio-norte, a Mata Atlântica desde o nordeste até o sul, a Mata das Araucárias no sul, a Caatinga no nordeste, o Cerrado no centro, o Complexo do Pantanal no sudoeste, os campos no extremo sul com manchas esparsas em alguns estados do país e a vegetação litorânea desde o Amapá até Rio Grande do Sul.
EXPORTAÇÃO EM MATO GROSSO; NOVOS NÚMEROS
26/06/2009, 14:09Autor: ELAINE PERASSOLI - Assessoria/Sicme-MT
Edson Rodrigues/Secom-MT
Os grãos continuam liderando a lista de produtos mais exportados do Estado
Mato Grosso conquistou o sonhado sexto lugar no ranking de exportações brasileiras. Deixando para trás, desta vez, o Pará. O secretário de Estado de Indústria, Comércio Minas e Energia, Pedro Nadaf, explica que este aumento nas vendas é resultado de várias ações do Governo de Mato Grosso, incluindo as missões técnicas internacionais realizadas em parceria com vários outros órgãos e entidades. O incentivo à industrialização também foi fundamental para aquecer o comércio exterior.
A novidade não é só essa. Enquanto os outros Estados registram índices negativos nas vendas, Mato Grosso responde por 6,45% do total das vendas externas do país e mantém a maior taxa de crescimento nacional. Nadaf diz que em maio no Centro-Oeste, o Distrito Federal registrou apenas 1% do total das exportações da região que atingiram cerca de US$ 5 bilhões. Mato Grosso do Sul foi responsável por 12% e Goiás por 23%. Enquanto isso, Mato Grosso exportou 64% do total do Centro-Oeste, o que equivale a cerca de US$ 3,34 bilhões.
Nadaf destaca que esse valor é pelo menos 27% maior do que o apresentado no mesmo período do ano passado, correspondendo a 36% do saldo comercial do país. A Ásia (46%) e a União Européia (36%) continuam como os principais destinos dos produtos mato-grossenses. A China aparece com 30% individualmente, seguida da Holanda (10%), Espanha (6%) e Reino Unido (4%). Mesmo com a crise, estes números mostram que é possível um cenário de crescimento econômico para Mato Grosso.
EQUILÍBRIO
A soja continua ocupando o primeiro lugar no ranking dos produtos mais exportados em Mato Grosso. O acumulado até maio deste ano é de US$ 2,76 bilhões, o que significa um aumento de 21,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse aumento equilibra a queda nas exportações de carne que também está entre os principais produtos exportados pelo Estado. No acumulado entre janeiro e maio a queda no valor na venda da carne foi de 18,7% e 4,9% em volume. Esta queda foi estimulada, principalmente, pela carne bovina que diminuiu em valor 29,7% e 11,4% no volume.
O complexo soja responde por 75% do total das exportações estaduais. O valor exportado de soja-grão de US$ 2,11 bilhões, contra US$ 1,70 bilhão do ano passado, apresentou crescimento de 24% em valor e aumento ainda mais significativo de 41,5% na quantidade física, dado a queda de 12% no preço internacional do produto. A China, a Espanha e a Holanda são os principais destinos das vendas de soja-grão, com 49%, 10% e 8% respectivamente. “Mato Grosso respondeu, isoladamente, por 44,4% das exportações de soja-grão do país, por 29,7% do farelo de soja, por 27,3% do óleo de soja e por 13% de glicerina”, ressalta Nadaf.
As vendas de farelo também registraram incrementos de 19,8% em valor e de 23,5% em volume físico, já atingindo 1,5 milhões de toneladas, mesmo com a redução de 3% no preço internacional. A Holanda, a Tailândia, a França e a Espanha, são os principais mercados para o produto.
Edson Rodrigues/Secom-MT
Os grãos continuam liderando a lista de produtos mais exportados do Estado
Mato Grosso conquistou o sonhado sexto lugar no ranking de exportações brasileiras. Deixando para trás, desta vez, o Pará. O secretário de Estado de Indústria, Comércio Minas e Energia, Pedro Nadaf, explica que este aumento nas vendas é resultado de várias ações do Governo de Mato Grosso, incluindo as missões técnicas internacionais realizadas em parceria com vários outros órgãos e entidades. O incentivo à industrialização também foi fundamental para aquecer o comércio exterior.
A novidade não é só essa. Enquanto os outros Estados registram índices negativos nas vendas, Mato Grosso responde por 6,45% do total das vendas externas do país e mantém a maior taxa de crescimento nacional. Nadaf diz que em maio no Centro-Oeste, o Distrito Federal registrou apenas 1% do total das exportações da região que atingiram cerca de US$ 5 bilhões. Mato Grosso do Sul foi responsável por 12% e Goiás por 23%. Enquanto isso, Mato Grosso exportou 64% do total do Centro-Oeste, o que equivale a cerca de US$ 3,34 bilhões.
Nadaf destaca que esse valor é pelo menos 27% maior do que o apresentado no mesmo período do ano passado, correspondendo a 36% do saldo comercial do país. A Ásia (46%) e a União Européia (36%) continuam como os principais destinos dos produtos mato-grossenses. A China aparece com 30% individualmente, seguida da Holanda (10%), Espanha (6%) e Reino Unido (4%). Mesmo com a crise, estes números mostram que é possível um cenário de crescimento econômico para Mato Grosso.
EQUILÍBRIO
A soja continua ocupando o primeiro lugar no ranking dos produtos mais exportados em Mato Grosso. O acumulado até maio deste ano é de US$ 2,76 bilhões, o que significa um aumento de 21,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse aumento equilibra a queda nas exportações de carne que também está entre os principais produtos exportados pelo Estado. No acumulado entre janeiro e maio a queda no valor na venda da carne foi de 18,7% e 4,9% em volume. Esta queda foi estimulada, principalmente, pela carne bovina que diminuiu em valor 29,7% e 11,4% no volume.
O complexo soja responde por 75% do total das exportações estaduais. O valor exportado de soja-grão de US$ 2,11 bilhões, contra US$ 1,70 bilhão do ano passado, apresentou crescimento de 24% em valor e aumento ainda mais significativo de 41,5% na quantidade física, dado a queda de 12% no preço internacional do produto. A China, a Espanha e a Holanda são os principais destinos das vendas de soja-grão, com 49%, 10% e 8% respectivamente. “Mato Grosso respondeu, isoladamente, por 44,4% das exportações de soja-grão do país, por 29,7% do farelo de soja, por 27,3% do óleo de soja e por 13% de glicerina”, ressalta Nadaf.
As vendas de farelo também registraram incrementos de 19,8% em valor e de 23,5% em volume físico, já atingindo 1,5 milhões de toneladas, mesmo com a redução de 3% no preço internacional. A Holanda, a Tailândia, a França e a Espanha, são os principais mercados para o produto.
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